segunda-feira, 29 de fevereiro de 2016

Eu quero subornar o destino
Só pra mais uma vez te ter ao meu lado
E que você possa lidar com o meu jeito
E queira ficar de vez.
Eu quero subornar o destino
Pra que ele pare de ser mau comigo.

terça-feira, 11 de fevereiro de 2014

O soar dos sinos invade a casa,
A alma e os bichos.
O tocar é manso,significativo.
Aonde está todo mundo?
Quem morreu agora?

Há um corre-corre na cidade,
Gente com sobra de tempo.
No rosto de quem vê o morto
Não há choque ou sentimento.
Só curiosidade morta.

Quem morreu,não importa.
Se rendeu,lágrimas.
Se não,vivas.
O morto não se importa,
Desde que tenha lhe valido a vida.

quarta-feira, 13 de março de 2013

E agora?

                Pensei que o mudo fosse acabar,
                Me enganaram outra vez...
                Usei isso como desculpa,
                Para "deixar pra lá"
                O que me atormenta e causa fadiga.
                Mas aí como nada e tudo é a mesma coisa
                Agora que resolvi encarar as coisas,
                Que deixei pra lá...
                O  tal do mundo resolveu acabar.

domingo, 29 de julho de 2012


Se tiveres que ir,
Que vá.
Não quero ser a culpa
De sua tristeza,
Nem tão pouco
Das lágrimas em seu olhar.
Busque o que tiver de buscar
Se caso for de retornar,
Que venha, mas saibas...
Em meio a tantos caminhos...
Não se pode ter certeza,
De um encontro.

sábado, 7 de julho de 2012

Em meio sem jeito
Deixam-nos sem escolhas
É preciso agir.
Palavras de consolo
Sem valentia alguma.
Derramam mais água em meu pranto.
Antes Eu do que a Mim.
Fato consumado,
Revogado.
Não há mais razão.
O perfeito agora é incerto
E o certo não tem mais definição.